O Programa PARC

O Método

O programa de alto rendimento cognitivo é composto de várias fases e envolve vários profissionais com formações específicas e complementares para alcançar nosso principal objetivo: potencializar a inteligência humana.
Inicialmente, nosso cliente é submetido à avaliação neuropsicológica, nutricional, física, clínica-psiquiátrica e na medicina do sono. Nossos profissionais são capacitados e se dedicam a aplicar seus conhecimentos especificamente à melhora do rendimento cognitivo.

A Avaliação Neuropsicológica

Iniciamos o programa com a avaliação neuropsicológica, que busca investigar quais funções cognitivas estão preservadas e quais estão comprometidas. O resultado é quantitativo, ou seja, de forma objetiva poderemos saber qual função está alterada e quanto está alterada. Escalas e questionários, validados cientificamente, são utilizados por nossos profissionais. Essa primeira avaliação, além de diagnóstica, servirá de referência para avaliarmos os resultados do método, sendo replicada no final do programa, a fim de quantificarmos a melhora da cognição. Funções mentais como atenção, memória, concentração, percepção, aprendizagem, linguagem, raciocínio, capacidade de abstração, processamento da informação, afeto, habilidades motoras e executivas são minuciosamente avaliadas.

A Avaliação do Sono

Pesquisas recentes demonstram que praticamente todos os sistemas do corpo são influenciados pela qualidade e pela quantidade do nosso sono, especialmente o cérebro.
O sono é fundamental para consolidarmos as memórias que aprendemos durante o dia.
Aqui está um segredo do nosso programa. Sabemos que ninguém terá um rendimento cognitivo adequado se não dormir bem. Por isso temos essa fase de Avaliação do Sono.
Vejam essa pesquisa:
Um estudo realizado em 2004 submeteu os voluntários a vários testes de matemática. Quando eles apresentavam alguma dificuldade em resolver os problemas, o teste era interrompido e os voluntários eram divididos em dois grupos: Um dormia por algumas horas e o outro ficava acordado. Após esse intervalo os grupos voltavam a tentar resolver o problema. Resultado: o grupo que dormiu triplicou a chance de resolver o problema!

Portanto, você terá grandes dificuldades em obter sucesso se o seu sono não for de qualidade.

Pessoas que não dormem o tempo necessário enquadram-se no estado chamado: Restrição do Sono.

Poderia dizer para vocês que: terríveis!
Empresas, colégios, faculdades, centros de treinamentos físicos de países desenvolvidos têm se preocupado com esse tema.
Estudos mostram que pessoas privadas de sono sofrem sérias consequências, como:
• lentificação na velocidade de cálculo e aumento do número de erros. 
• redução na eficiência do processamento cognitivo e do tempo de reação;
• prejuízo de memória, 
• aumento da irritabilidade, 
• cansaço, náuseas, dores de cabeça, visão turva, dores articulares e diminuição da libido.

Você, com certeza, já disse pra alguém uma das seguintes frases:
“ eu não funciono pela manhã… eu detesto acordar cedo… eu começo a funcionar depois do almoço” 
“ eu acordo às 5 horas da manhã super disposta e faço mil coisas, mas 8 horas da noite já estou indo pra cama…”
Você sabe qual o melhor horário para você estudar? 
Você sabe qual o melhor horário para dormir e acordar?
Será que todossomos iguais quanto aos ritmos de acordar e dormir? 
A resposta é NÃO. Definitivamente não. 
Acordar cedo ou dormir tarde não é apenas uma questão de preferência individual. Esses horários são determinados geneticamente. Temos um relógio biológico interno que controla nosso ritmo. Se você contrariar o seu ritmo biológico com certeza terá comprometimentos cognitivos e físicos.
É de extrema importância ajustar o ritmo biológico do ciclo sono-vigília com as atividades diárias. 
Aqui está um dos segredos do programa: Identificar o ritmo biológico de sono-vigília de cada cliente.

Ao traçar o perfil cronobiológico da pessoa, estaremos prontos para definir quais são os melhores horários para dormir, acordar, estudar, praticar atividade física, etc… Com isso conseguiremos mais resultados com menos esforço.

Durante a fase de investigação do sono, realizamos uma extensa investigação da qualidade do sono, utilizando métodos como a aplicação de questionários e a indicação de exames sofisticados como a polissonografia e a actigrafia.

Avaliação Clínica – Psiquiátrica

Nessa fase, nosso foco será a pesquisa de condições clínicas-psiquiátricas que podem estar interferindo no rendimento cognitivo de nosso cliente e na adoção de medidas que potencializam o rendimento intelectual. 
Condições clínicas como hipotireoidismo, anemias, deficiências vitamínicas, infecções de repetição, entre outras, podem interferir diretamente no rendimento do cognitivo.
Temos um protocolo de investigação clínica para identificarmos essas condições e intervir de forma apropriada em seus tratamentos. 
A avaliação psiquiátrica é outro ponto fundamental de nosso Programa, pois a capacidade intelectual de um indivíduo é o resultado do funcionamento das diversas funções psíquicas, ou seja, quanto mais saudáveis estão as funções psíquicas, maior será a capacidade cognitiva. 
Mas como uma função mental prejudicada pode atrapalhar o rendimento cognitivo?

Vamos considerar a ansiedade. Dizemos que a ansiedade é patológica quando ela está presente continuamente, mesmo na ausência de fatores desencadeantes. O indivíduo dorme e acorda ansioso, tenso e nervoso. Na maior parte do tempo, ele está ansioso. Ele não relaxa, encontra-se extremamente irritado. O sono torna-se superficial, e não reparador. O apetite se altera. Alguns comem demais, outros perdem peso. 
Nesse contexto, a atenção, a concentração e a memória estão extremamente prejudicadas! 
Frases como: 
“Eu sou tão ansioso, que não consigo ficar na cadeira muito tempo estudando.”
“Eu começo a estudar, e minha cabeça não para de pensar… eu não absorvo nada.”
“Eu me preparo tanto para um concurso e, no dia da prova, eu não consigo fazê-la… de tanta ansiedade.”
São exemplos que sua ansiedade pode estar em níveis patológicos.
Além de avaliarmos o estado psíquico de nosso cliente, avaliaremos o uso de medicamentos psiquiátricos, pois muitos medicamentos utilizados para o controle da ansiedade prejudicam o rendimento intelectual. 
Outros distúrbios psiquiátricos investigados que podem prejudicar a cognição: transtornos depressivos, transtornos relacionados a uso de substâncias psicoativas (como álcool, maconha, cocaína, cafeína, etc.), transtorno de deficit de atenção e hiperatividade, entre outros, que podem interferir na capacidade cognitiva.

Avaliação Nutricional

Nós acreditamos que muito das disfunções cerebrais começam na nossa mesa. As evidências científicas atuais nos permitem crer que muitas doenças neuropsiquiátricas têm relação direta com nossas escolhas alimentares e estilo de vida. É baseado nessas evidências científicas que elaboramos uma dieta capaz de aumentar o rendimento cognitivo de nossos clientes, chamada Dieta Parc.
Quais são os fundamentos dessa dieta? 
Ao mesmo tempo que retiramos os “inimigos “ de cérebro, nós indicamos as “ vitaminas” cerebrais. 
Os maiores inimigos de nosso cérebro estão na nossa frente, quando sentamos à mesa. Nosso cérebro é bombardeado por carboidratos e outros ingredientes inflamatórios, como o glúten, que podem causar irritação no sistema nervoso central. Os danos podem ser de pequenos incômodos diários, como dores de cabeça e ansiedade sem motivo a transtornos mais graves, como a depressão.
Uma vez no cérebro, essas substâncias desencadearão um processo agressor ao funcionamento neuronal, o que chamamos de estresse oxidativo, e o resultado disso são os tão famosos radicais livres. São esses radicais livres que, como uma ferrugem, produzirão danos aos vasos sanguíneos, danificando as membranas celulares e destroçando tecidos e órgãos. 
A dieta desenvolvida por nosso grupo tem a finalidade de induzir, de forma natural, a redução do processo inflamatório e consequentemente a dos radicais livres, tendo como resultado último a potencialização do rendimento cognitivo.

Quer uma prova científica disso?
Um estudo científico, publicado em 2012 na revista Archives of Neurology, analisou um grupo de 3.069 indivíduos para determinar se o nível de açúcar no sangue aumenta o risco de declínio cognitivo e, consequentemente, se estaria relacionado a uma piora no desempenho cognitivo. 
Conclusão da pesquisa:
“ o mau controle da glicose está associado diretamente a funções cognitivas piores e ao declínio mais acentuado do rendimento cognitivo. Isso indica que o nível de glicose no sangue pode contribuir para a aceleração do envelhecimento cognitivo”.
De uma maneira resumida, o excesso de carboidratos levará ao que chamamos de síndrome de resistência à insulina. Tanto o aumento da glicose quanto o da insulina são capazes de induzir uma resposta inflamatória em todos os sistemas do organismo, inclusive no cérebro. A prova disso é que os obesos sofrem um risco muito maior de perda de funções cerebrais, e o fato de que os diabéticos têm no mínimo o dobro de chance de desenvolver Alzheimer.

A relação entre o glúten e o TDAH

Segundo dados americanos, 6,4 milhões de jovens entre 4 e 17 anos foram diagnosticados com TDAH. Em 2003, esse número representava 11% das crianças em idade escolar. Grande parte deles em uso de estimulantes, como o metilfenidato (Ritalina). Nos últimos anos, pesquisadores vêm tentando demonstrar a possível relação entre o glúten e o TDAH.
Um estudo muito interessante, publicado em 2006, conseguiu demonstrar que, após 6 meses de uma dieta sem glúten, indivíduos com diagnósticos de TDAH apresentaram melhoras significativas. Queixas como: 
– Não prestar atenção em detalhescaíram em 36%;
– Dificuldade de manter a atenção caíram em 12%;
– Não terminar a tarefa que começa caíram em 30%;
– Desatenção e fácil distração caíram em 46%;
– Falar respostas e frases repentinascaíram em 11%.
E anota médiatotal para esses indivíduos caiu em 27%. 
Não estamos afirmando que o glúten é o único responsável pelo TDAH, mas, com certeza, inúmeros pacientes que recebem esse diagnóstico podem ter seus sintomas relacionados à sensibilidade ao glúten, e não propriamente uma desordem neurológica primária. Para esses casos, o melhor a se fazer é retirar o glúten da dieta, livrando-os das medicações.

Multiplicando neurônios com a Dieta PARC

Até bem pouco tempo atrás, acreditava-se que nosso cérebro não era capaz de gerar novos neurônios após o nascimento. Essa ideia prevaleceu ao longo de muitas décadas no meio científico. Porém, em 1998, ocorreu uma verdadeira revolução para o campo da neurociência. Um estudo publicado na revista Nature Medicine evidenciou que nosso cérebro possui uma população de células-tronco neurais que são capazes de se transformarem em neurônios.

A descoberta de uma substância cerebral mudou os rumos da neurociência. Ela é conhecida como BDNF ou fator neurotrófico derivado do cérebro.
O BDNF é a vitamina de nosso cérebro. Ele, além de estimular a criação de novos neurônios, protege os existentes de fatores agressores, como a inflamação, e o mais importante de tudo: é capaz de estimular a formação de conexões cerebrais. Isto é: capaz de formar inteligência!!!
Inúmeras pesquisas mostram níveis diminuídos de BDNF na depressão e na doença de Alzheimer.

Nós, do Instituto PARC, utilizamos todos os recursos cientificamente reconhecidos capazes de estimular a produção de BDNF. Com isso atingimos nossa meta principal, que é a potencialização do rendimento cognitivo, e o melhor de tudo, sem o artifício de drogas ou receitas milagrosas. 
Baseado nas evidências científicas mais atuais, elaboramos um programa alimentar, chamado Dieta Parc. Antes da dieta, submetemos nosso cliente a uma investigação completa de seu perfil metabólico, sensibilidade ao glúten e possíveis deficiências nutricionais. Com o resultado dos exames, prescrevemos a dieta de forma personalizada. 
Conheça alguns suplementos que utilizamos e que são capazes de aumentar seu rendimento cognitivo:
– o beta-hidroxibutirato (beta-HBA), presente no óleo de coco;
– a curcumina e o Dha;
– o resveratrol;
– o ácido alfa-lipoico e a vitamina D.

Atividade Física

Sempre se falou que a atividade física é importante para a saúde. Algumas especialidades, como a cardiologia, entenderam isso primeiro e correram atrás para comprovarem cientificamente como a atividade física pode influenciar a evolução das patologias. Já é de conhecimento de todos que a atividade física ajuda a controlar a hipertensão, e consequentemente diminui o risco cardiovascular de doenças coronarianas e cerebrais.

Mas e a relação entre a atividade física e a mente?
Somente há algumas décadas os pesquisadores se interessaram por estudar esse tema. Inúmeras pesquisas têm demonstrado que a atividade física é capaz de estimular a produção do hormônio do crescimento cerebral – o BDNF (a vitamina do cérebro) e, consequentemente, a formação de novos neurônios e redes neuronais, principalmente no centro de memória do cérebro.
Constatou-se que exercícios aeróbicos revertem o declínio da memória nos idosos e até aumentam o surgimento de células no centro de memória.

Como a atividade física pode melhorar o rendimento cognitivo?
As pesquisas mais recentes demonstram que os benefícios da atividade física para o cérebro estão relacionados com: 
– controle da inflamação sistêmica;
– controle do nível de açúcar e insulina no sangue;
– aumento da rede neuronal nos centros de memória;
– aumento da resistência celular.
Isso ocorre ao diminuir a agressão celular pelo controle da atividade inflamatória e ao mesmo tempo estimular áreas neuronais de memória.
Nós, da equipe PARC, consideramos a atividade física fundamental para sucesso do programa.
Para isso elaboramos o PARC – Atividade Física. O programa é completamente voltado às necessidades de nosso cliente, com o equilíbrio perfeito entre as varias modalidades e o tempo adequado, para atingirmos os melhores resultados.

Ao final da fase de avaliação o cliente terá uma prescrição individualizada e detalhada, contendo:
Quanto ao sono: cada indivíduo terá sua prescrição quanto aos melhores horários para dormir, acordar, estudar e quanto tempo deverá dormir.
Quanto à avaliação nutricional: será prescrita a dieta PARC, personalizada para cada cliente, segundo as características biológicas próprias. Os princípios da dieta serão a eliminação do glúten, a redução do consumo de carboidratos, o aumento do consumo de proteínas magras e gorduras boas e a suplementação de compostos potencializadores da cognição.
Quanto à avaliação clínica-psiquiátrica: nosso cliente receberá todo cuidado médico para o controle de distúrbios clínicos ou psiquiátricos que podem interferir na cognição, desde a correção de uma anemia até o controle de quadros ansiosos e depressivos.
Quanto à atividade física: será indicado um programa de treinamento físico que respeitará o ciclo sono-vigília de cada um e o tempo que cada cliente tem para fazer o exercício. Cada indivíduo saberá qual a atividade física melhor para ele, qual o horário de praticá-la e por quanto tempo.

Programas Específicos:

PARC Coaching:

O tempo é escasso para todos. Precisamos ser eficientes, ou seja, fazer o máximo com menos! 
Para isso desenvolvemos o método de estudo PARC.

Quais as etapas do Método de Estudo PARC?

Análise do aluno

De posse das informações da avaliação neuropsicológica, serão identificados os pontos fracos, os fortes e o perfil cognitivo de nosso cliente.

Planejamento

O planejamento de estudo será elaborado segundo os objetivos a serem alcançados e o perfil de cada aluno. As metas de curto, médio e longo prazos serão estabelecidas. Ao final da fase de planejamento, o aluno terá seu cronograma de atividades.

Execução

Nossos profissionais acompanharão o aluno no cumprimento de seu cronograma, indicando materiais e ferramentas mais apropriadas, lista de exercícios e simulados, a fim de que as metas sejam cumpridas dentro dos prazos estabelecidos.

Feedback

O aluno poderá entrar em contato com seu tutor sempre que achar necessário. Dúvidas quanto às técnicas de estudo, às ferramentas e aos materiais recomendados poderão ser sanadas rapidamente.

Pós-prova

As questões de prova serão discutidas com o tutor, a fim de aprender com os erros e consolidar o conhecimento.

Qual a vantagem do método de estudo PARC para os outros métodos?
Quando nosso cliente chega nesta fase, o profissional que o acompanhará terá um retrato completo de seu aluno. A avaliação neuropsicológica dará informações a respeito de todas as funções mentais relacionadas ao rendimento cognitivo, e a Medicina do Sono informará os melhores horários para estudar, descansar, dormir e fazer atividades físicas. A partir dessas informações, o Programa é elaborado. Totalmente personalizado e condizente com as necessidades de cada um.

PARC Meditação

Nossos profissionais desenvolveram um programa de meditação voltado especificamente para o aumento do rendimento cognitivo, o programa PARC Meditação.

Nosso programa de meditação tem como objetivos principais o aumento do poder de concentração e atenção e o controle da ansiedade.

Os resultados são fantásticos!