Globo Repórter e o alerta sobre o sono

Globo repórter o alerta sobre o sono

O Globo Repórter apresentado dia 09/03 levou muitas pessoas a uma reflexão acerca do sono. E uma das grandes características que falamos, como também defendemos no Institito Parc é a qualidade do descanso. Não devemos ignorar este grande aliado para a saúde no geral.

Muito brasileiros não conseguem dormir bem por conta de diversos fatores. Excesso de trabalho, insônia, apneia, horas perdidas no trânsito, estresse… se você se identificar com isso, leia e assista este conteúdo. Já publicamos antes sobre a importância do sono no processo de aprendizagem aqui> https://goo.gl/ZPFVxr.

Comecemos aqui com aquela velha reflexão do Dalai Lama quando perguntaram a ele o que mais o surpreendia na humanidade. E ele respondeu:

“Os homens … Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.”

Uau! Fantástico, não?

Mas se levarmos em consideração ao pé da letra, e não muito além do senso comum, é o que mais vemos acontecer no nosso convívio social. O atual cenário do qual vivemos, muita das vezes, exige esforços em demasia para que consigamos sobreviver em condições não muito confortáveis.

Trabalho puxado, expediente não favorável para exercer a função com mais progresso e rendimento. Levantando 4 da manhã para estar ao local de trabalho às 8 horas. Trânsito e mais trânsito. Estresse. Para quem vai de ônibus, pode encontrar uma forma de driblar tal aborrecimento conversando com pessoas dentro do coletivo. Ou se conseguir um assento, é uma excelente oportunidade para tirar um cochilo extra. O expediente já começa com bocejos. Uma dose de café para tentar enganar o sono. É, quase deu certo. E lembre-se: reserve energia para Faculdade ou cursinho após às 18 horas.

Resultado disso: baixa autoestima, falta de motivação, cansaço, fora outros malefícios. O que pode comprometer severamente a saúde como um todo.

A concentração começa a falhar. O processo na velocidade de resolver cálculos ou quaisquer outros problemas de raciocínio lógico fica lento. A eficiência no processamento cognitivo e do tempo de reação se reduz. A memorização fica comprometida. A irritabilidade se eleva. O cansaço, náuseas, dores de cabeça, visão turva, dores articulares e diminuição da líbido tornam-se frequentes. São só uns dos principais problemas que a falta de um bom sono pode proporcionar-lhe.

Bom mesmo é refletir no agora. Poupe a saúde, assim como poupamos dinheiro. Na maioria das vezes, grandes esforços podem levar a surpreendentes resultados.

Mas o que realmente significa um grande esforço?

Se matar em trabalhar e estudar dormindo poucas horas para preencher uma vaga em um cargo público, e, posteriormente, ter que gastar parte do salário (isso se conseguir passar em um concurso público) para tentar suprir os danos que tais esforços trouxeram à sua saúde física e mental?

Ou adquirir conhecimentos acerca do seu funcionamento para que tudo que venha a exercer, tanto no trabalho, quanto nos estudos, seja realmente benéfico a curto, médio e longo prazo, sem que haja prejuízos a sua saúde, seu bem mais precioso?

Agir com prudência para realizar ou alcançar grandes objetivos pode ser o caminho mais saudável a ser seguido. Pense bem, a vida é uma só. E sem saúde, não chegaremos a lugar algum. Esforce-se para estar bem consigo mesmo, e dessa maneira, poderá conquistar o mundo!

O Programa PARC

Em nosso livro “PARC Desenvolvendo Super Cérebros: Conheça o método de alto rendimento cognitivo” abordamos tudo o que você precisa saber que a indústria alimentícia não conta com clareza. Lá você encontrará um guia completo dobre a Dieta PARC. Essa dieta já mudou o estilo de vida de diversas pessoas que testaram o nosso programa. Além disso, o livro é rico em dicas poderosas das quais podem proporciona-lhe um alto poder cognitivo.

Baixe nosso livro neste link> https://bit.ly/2vO78sk e tenha em mãos tudo o que você precisa saber para potencializar sua inteligência!

A importância do sono no processo de aprendizagem

Sono aprendizagem aprendizado Brasília

Vamos direto ao ponto: você ultimamente vem dormindo bem?

Você tem noção do quão importante um bom descanso pode proporcionar no processo de aprendizagem?

Pois bem, saiba que o sono faz sim parte de um bocado de benefícios que, com uma boa dosagem de descanso e disposição, seu potencial pode elevar de maneira surpreendente!

Pesquisas recentes demonstram que praticamente todos os sistemas do corpo são influenciados pela qualidade e pela quantidade do nosso sono, especialmente o cérebro.

O sono é fundamental para consolidarmos as memórias que aprendemos durante o dia.

Vejam essa pesquisa:

Um estudo realizado em 2004 submeteu os voluntários a vários testes de matemática. Quando eles apresentavam alguma dificuldade em resolver os problemas, o teste era interrompido e os voluntários eram divididos em dois grupos: Um dormia por algumas horas e o outro ficava acordado. Após esse intervalo os grupos voltavam a tentar resolver o problema. Resultado: o grupo que dormiu triplicou a chance de resolver o problema!

Portanto, você terá grandes dificuldades em obter sucesso se o seu sono não for de qualidade.

Você sabe qual a quantidade de sono que tem que dormir para ter o maior rendimento cognitivo possível?

Pessoas que não dormem o tempo necessário enquadram-se no estado chamado: Restrição do Sono. Quais as consequências da restrição do sono?

Poderíamos dizer para vocês que: terríveis!

Empresas, colégios, faculdades, centros de treinamentos físicos de países desenvolvidos têm se preocupado com esse tema.

Estudos mostram que pessoas privadas de sono sofrem sérias consequências, como:

– lentificação na velocidade de cálculo e aumento do número de erros.
– redução na eficiência do processamento cognitivo e do tempo de reação;
– prejuízo de memória,
– aumento da irritabilidade,
– cansaço, náuseas, dores de cabeça, visão turva, dores articulares e diminuição da libido.

Você sabe qual o melhor horário para dormir, acordar e estudar?

Você, com certeza, já disse pra alguém uma das seguintes frases:

“eu não funciono pela manhã… eu detesto acordar cedo… eu começo a funcionar depois do almoço”
“eu acordo às 5 horas da manhã super disposta e faço mil coisas, mas 8 horas da noite já estou indo pra cama…”

Você sabe qual o melhor horário para você estudar?

Você sabe qual o melhor horário para dormir e acordar?

Será que todos somos iguais quanto aos ritmos de acordar e dormir?

A resposta é NÃO. Definitivamente não.

Acordar cedo ou dormir tarde não é apenas uma questão de preferência individual. Esses horários são determinados geneticamente. Temos um relógio biológico interno que controla nosso ritmo. Se você contrariar o seu ritmo biológico com certeza terá comprometimentos cognitivos e físicos.

É de extrema importância ajustar o ritmo biológico do ciclo sono-vigília com as atividades diárias.
Com o Programa de Rendimento Alto Cognitivo (PARC) você pode ter o seguinte diferencial: Identificar o ritmo biológico do seu sono-vigília.

E qual a importância do estudo cronobiológico individual?

Ao traçar o perfil cronobiológico da pessoa, estaremos prontos para definir quais são os melhores horários para dormir, acordar, estudar, praticar atividade física, etc… Com isso conseguiremos mais resultados com menos esforço.

Além da quantidade, como avaliamos a qualidade do sono?

Durante a fase de investigação do sono, realizamos uma extensa investigação da qualidade do sono, utilizando métodos como a aplicação de questionários e a indicação de exames sofisticados como a polissonografia (exame que mede a atividade respiratória, muscular e cerebral) e a actigrafia (exame para detectar alterações do sono e do ritmo circadiano).

Atente-se ao seu descanso, pois com ele em conformidade, sua cognição pode ser otimizada de maneira significativa e eficaz.

Conheça mais sobre o Programa PARC: www.institutoparc.com.br/o-programa-parc/

Trauma e estresse e seus efeitos sobre a saúde física e emocional

Trauma estresse saúde física emocional

Quando falamos a palavra “trauma”, qual é a primeira coisa que vem à sua mente? É notável que a maioria das pessoas equipara essa palavra com Transtorno de Estresse Pós-Traumático (PTSD) e outros casos de significância não tão positivos.

Outros ainda podem associar o trauma com abuso sexual ou assalto. E sem hesitar podemos dizer que todos esses mencionados fazem parte do assunto.

No entanto, esses exemplos são apenas alguns de muitos tipos de experiências traumáticas. Outros tipos de experiências dessa magnitude incluem: abuso emocional e maus-tratos psicológicos, negligência e abandono, separação em relacionamento, casos relacionados a grandes adversidades da natureza (desastres naturais) ou aqueles provocados pelo homem, e acidentes dos mais diversos tipos.

Diante disso, podemos levar como reflexão que os efeitos do trauma na saúde física, comportamental e mental de uma pessoa podem ser bastante expressivos.

Minimizar tais efeitos do trauma pode não ser tão simples com uma breve leitura dinâmica num blog qualquer. No entanto, queremos tornar esta publicação mais informativa possível. Portanto, comparemos o trauma como sendo semelhante a um tipo de estresse. Suponhamos que você já tenha experimentado uma boa dose de estresse antes, certo? Ou melhor, tente pensar numa época de sua vida a qual você experimentou algo tão estressante que não sabia como seria capaz de superá-lo.

Do ponto de vista fisiológico, você consegue lembrar como seu corpo reagiu a essa situação? Talvez você tenha obtido dificuldade em dormir ou sofreu dores de cabeça diárias, dor no pescoço, indigestão ou náuseas. Talvez sua frequência cardíaca e sua pressão sanguínea tenham aumentado. Como também vez em quando você se deparou com falta de ar em alguns momentos. O fato é que, ao longo do tempo, esses sintomas fisiológicos podem ter efeitos negativos sobre a sua saúde.

Na verdade, quando esses sintomas são sentidos e você não procura por tratamento, é mais provável que desenvolva um quadro clínico mais delicado. Enquadra-se nesse contexto a Doença Arterial Coronariana (DAC). A doença da artéria coronária e outros distúrbios vasculares podem levar a ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais, demência e insuficiência cardíaca.

Mas vamos seguir adiante e analisar alguns efeitos comportamentais tanto do trauma, quanto do estresse.

Lidar com o estresse de maneira tolerável o tempo todo pode ser um desafio praticamente impossível para milhares de pessoas. E muitas das vezes recorrer a bebidas alcoólicas ou drogas (maconha, medicamentos prescritos ou substâncias sintéticas ilegais) pode até trazer um alívio momentâneo. Entretanto, a utilização dos itens mencionados pode rapidamente se converter em vícios poderosos e aumentar a probabilidade de desenvolvimento de um quadro clínico crítico. Cirrose do fígado ou pancreatite são alguns exemplos, fora outros. Sabemos que o tabagismo – que é frequentemente usado para aliviar o estresse – pode levar a sérios problemas de saúde também. Claro, estamos nos referindo a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e câncer de pulmão.

E não para por aí, pois ainda existem mais malefícios comportamentais relacionados aos efeitos do trauma e estresse. Outo exemplo então? Comida! Comer coisas erradas e em demasia pode ocasionar a obesidade, como também a hipertensão e diabetes.

E com todo o pensamento desenvolvido até aqui, percebe-se um vínculo forte entre experiências traumáticas e potenciais resultados psicológicos negativos. Afinal, as correlações diretas entre traumatismo, estresse e saúde mental foram formalmente classificadas em um manual de diagnóstico publicado pela Associação Americana de Psiquiatria (DSM-5) sob a categoria de Distúrbios Relacionados ao Trauma e ao Estressor.

Esses distúrbios incluem Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), Transtorno de Estresse Agudo (TEA), Transtorno de Apego Reativo, Desordem Social e Transtornos de Adaptação. Outros diagnósticos, como Distúrbios Dissociativos e Distúrbios Somáticos também estão associados com estresse e trauma. Além da depressão, ansiedade, insônia e disfunção sexual.

A lista é extensa. Você pode, portanto, imaginar como essas condições de saúde mental podem afetar os relacionamentos de uma pessoa, o senso de si próprio e a capacidade de realizar trabalhos e atividades que demandam determinadas cargas de cognição.

A capacidade de criar uma sensação de segurança e estabilidade também encontra-se comprometida para aquelas pessoas que foram expostas a algum trauma ou estresse de grandes proporções. Se tal evento (trauma ou estresse) durou alguns minutos ou ocorreu repetidamente ao longo de vários anos, logo os indivíduos afetados precisarão de tempo para processar sua experiência em um ambiente favorável.

Isso pode vir na forma de psicoterapia. Os fatores de proteção devem ser identificados e temas como confiança, vergonha e autoestima devem ser explorados gradualmente. Os fatores de risco, como os efeitos comportamentais do trauma e do estresse antes mencionados (abuso de substâncias), provavelmente exigirão tratamentos também.

Por fim, almejar progressos através da definição de metas, como também planejamentos para o futuro, certamente aumentará os sentimentos de autoeficácia e criará uma sensação de estabilidade e confiança para as realizações das mais variadas tarefas.

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O programa de alto rendimento cognitivo é composto de várias fases e envolve vários profissionais com formações específicas e complementares para alcançar nosso principal objetivo: potencializar a inteligência humana.

PARC – Programa de Alto Rendimento Cognitivo é composto de várias fases e envolve vários profissionais com formações específicas e complementares para alcançar nosso principal objetivo: potencializar a inteligência humana. Inicialmente, nosso cliente é submetido à avaliação neuropsicológica, nutricional, física, clínica-psiquiátrica e na medicina do sono. Nossos profissionais são capacitados e se dedicam a aplicar seus conhecimentos especificamente à melhora do rendimento cognitivo. Saiba mais …