Saiba como elevar sua inteligência cognitiva em Brasília

É comum que nos dias de hoje muitas pessoas perguntem se realmente é possível aumentar a inteligência de maneira significativa. Ou ainda minimamente.

Bem, para que isso ocorra, torna-se necessário recorrer a alguns métodos inteligentes e prudentes dos quais trilham por bons resultados. Há alguns anos, psicólogos de uma universidade da Irlanda mostraram através de pesquisas científicas que o QI (Quociente Intelectual) pode sim ser expandido. Ainda nessa linha de pensamento, constata-se que a memória é uma parte essencial para o bom funcionamento intelectual do cérebro. Contando ainda que os processos de memorização podem ser expressivamente melhorados.

Com base nesses estudos sobre o aumento da inteligência e, após um tempo de experimentação, foram constatados que as pontuações referentes ao QI obtiveram melhoras positivas. Ou seja, após os testes aplicados às pessoas que fizeram parte desses estudos, foi possível notar o ganho de habilidades intelectuais das quais relacionam-se a diversas atividades humanas diárias.

Sendo assim, quais caminhos a se tomar para que seu intelecto comece a obter ganhos positivos?

Destacamos nos parágrafos abaixo algumas das atividades que, se levadas com ar de seriedade, podem fazer com que você mude da água para o vinho!

Habilidades Relacionais

Sim, acredite! A habilidade de relacionar-se com outras pessoas é um diferencial do qual pode trazer um expressivo aumento de intelecto. Uma forma interessante para atingir este nível de habilidade relacional é o autoconhecimento e conhecimento alheio. Para isso, é necessário voltar os olhos para as outras pessoas (empatia). Porém, é fundamental olhar também para dentro de si, para o seu eu.

Ao identificar o estilo de comportamento de uma pessoa é mais provável que tais necessidades serão sanadas em maior grau. Ou seja, significa que a comunicação com essa(s) pessoa(s) fica mais fácil. Tanto oralmente quanto por escrito. E através disso, pode-se ter uma visão clara do ambiente que ali está inserido. E assim, prever onde os conflitos poderão surgir. E além disso, será capaz de comunicar-se mais eficientemente. Produzindo melhores resultados tanto para você, quanto para as pessoas ao seu redor.

A linguagem e comunicação

A linguagem é um marco da maior criação da inteligência humana. Ela é uma forma de acessar o mundo e o pensamento, tornando possível compreender e apreender as características dos fatos e objetos da realidade.

Nós, seres humanos, somos ao mesmo tempo falantes e expressivos. Considerando a linguagem uma criação humana, uma instituição sociocultural, que nos faz seres sociais e culturais. E, tendo a linguagem uma função social, ela é antes de tudo, comunicação, expressão e compreensão. Essa função comunicativa está estreitamente combinada com o pensamento. A comunicação é uma espécie de função básica, porque permite a interação social. E ao mesmo tempo, organiza o pensamento, aguça a inteligência, aprimora a forma e o modo de viver no mundo.

Por exemplo, imagine uma pessoa que convive em um ambiente onde a comunicação e linguagem são ricas. Além de coerentes e praticáveis a todo instante. Naturalmente, o seu vocabulário estará sujeito a ganhos consideráveis convergentes a otimização da inteligência. Pesquisas sobre a saúde do cérebro indicam que ter uma boa compreensão do idioma e do significado das palavras ajuda nas tarefas cognitivas, como também na vida cotidiana.

Boa alimentação e regularidade nos exercícios físicos

Isso pode até ser uma fala clássica nos dias atuais, mas ainda assim, nem todas as pessoas criam tal disposição para a prática da saúde plena. E essa sugestão, além do senso comum, é extremamente apoiada por pesquisas científicas.

Mente sã e corpo são. Algo já mencionado no período clássico. A cada dia, evidências apontam que, aquelas pessoas praticantes de exercícios físicos e têm uma boa alimentação, estão propensas a aumentarem significativamente seus desempenhos cognitivos. Como também o fortalecimento da memória. Exercícios físicos aumentam o volume do cérebro. Estimulam também a produção de neurotransmissores relacionados à sensação de bem-estar. E alteram, para melhor, o modo como pensamos e nos sentimos.

A alimentação, por sua vez, caminha lado a lado com a prática de exercícios físicos. Por exemplo, sabe-se que os vegetais, como os brócolis, os espinafres, os tomates e óleo ômega 3 encontrados em peixes, melhoram a memória e o funcionamento geral do cérebro. Vale também lembrar que os chás verdes e proteínas em geral são excelentes para a saúde. Proteínas contém altos níveis de aminoácidos, como a tirosina, que por sua vez faz com que os neurônios produzam os neurotransmissores, como também a Norepinefrina e dopamina, que estão associados a boa saúde mental.

Instrua-se com especialistas

Com a democratização da Internet, torna-se muito propício que pessoas procurem informações na web quando surge uma dúvida, seja ela qual for. E isso é uma tendência mais que comum, pois de fato a informação tornou-se algo acessível a grande maioria da população. Mas lembre-se: use sempre para o autobenefício.

Assim como numa pesquisa científica bibliográfica, procure verificar a veracidade das informações, dos especialistas ali envolvido, da qualidade do que ali está sendo disponível e a confiabilidade advinda de outros usuários. São diversas as plataformas que oferecem conteúdos de qualidade.

Fóruns, grupos, comunidades são exemplos de troca de informações e conhecimento que podem levar a bons resultados com o uso consciente e seletivo.

Aprender coisas novas

Pesquisas científicas apontam que aprender coisas novas fora do conjunto de habilidades aumentam significativamente a maneira do funcionamento do cérebro. Por exemplo, coisas como aprender a tocar um instrumento musical, uma dança, um novo idioma, malabarismo… são habilidades que potencializam a cognição.

É importante que as pessoas estejam exercitando seus cérebros a cada dia e de uma maneira nova a cada período, e, assim, expandindo as redes neurais do cérebro. Manter o cérebro ativo é algo de extrema importância quanto para uma criança, tanto para um adulto.

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